Regras para tirar CNH no estado de São Paulo mudam
Exames de baliza e uso de carro automático são flexibilizados na obtenção da Carteira Nacional de Habilitação.
O processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no estado de São Paulo sofre novas alterações a partir de hoje, 27 de janeiro de 2026. As mudanças incluem a flexibilização da exigência de baliza e a possibilidade de realizar o exame prático em veículos com transmissão automática. O objetivo é simplificar o procedimento para os futuros motoristas.
As autoescolas de São Paulo já se preparam para as novas diretrizes. A baliza, manobra temida por muitos candidatos, não será mais um item obrigatório em todas as provas. A decisão visa modernizar a avaliação e adaptá-la às realidades do trânsito atual.
Outra novidade é a permissão para realizar o exame prático de direção em veículos equipados com câmbio automático. Até então, a prova era restrita a carros manuais. Essa medida reflete a crescente frota de carros automáticos no país.
A flexibilização busca reduzir a burocracia. Também visa diminuir o tempo e o custo envolvidos no processo de habilitação. Especialistas acompanham a implementação.
As mudanças valem para todos os centros de formação de condutores. Elas abrangem todo o território paulista. A expectativa é de um impacto positivo.
As alterações vêm em um momento de debate. A sociedade discute a eficácia dos métodos tradicionais de avaliação. A modernização do processo de habilitação é uma demanda antiga. Muitos países já adotam exames em veículos automáticos.
A flexibilização acompanha tendências globais. Há um movimento para adaptar as provas de direção. O foco é na segurança e na praticidade. As novas regras buscam alinhar o Brasil a padrões internacionais.
O Detran-SP ainda não divulgou detalhes sobre a implementação. As autoescolas aguardam orientações específicas. É preciso saber como as mudanças serão aplicadas na prática.
Especialistas em trânsito expressam opiniões divididas. Alguns veem as medidas como um avanço necessário. Outros levantam preocupações sobre a formação completa dos condutores.



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